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Uma citação:  

O mito da sustentabilidade

abril, 2010

O que há de errada não é a ideia em si, mas como o discurso dominante que se apropriou ideologicamente do significado da palavra sustentabilidade, para dar a ele uma ideia de que é possível desenvolver sem agredir o meio ambiente, desde que seja um desenvolvimento tecnológico feito através do “know how” da ciência e financiado pela economia de mercado…

Aí é que jaz o problema, esse discurso hegemônico apoiado no paradigma cientificista-tecnológico que vivenciamos na sociedade moderna, capitalista, urbana e globalizada nos leva a uma lógica muito contrária ao que apregoa o discurso da sustentabilidade… Na verdade a lógica é a produção e o consumo. E para haver produção há de se ter recursos, buscados na exploração no meio ambiente (mas isso ninguém precisa saber, ou a gente dá um jeito de falar que estamos fazendo isso de uma maneira sustentável) e assim essa relação se retroalimenta pelo discurso que a produção se justifica, pois, garante a qualidade de vida (consumo exagerado e supérfluo).

sustentabilidade

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Copenhagen 2009

dezembro, 2009

A história de conferências mundiais com a temática do meio ambiente começa em 1972 em Estocolmo na Suécia. Esse encontrou levou a reunião de 113 países e várias ONGs de todo o mundo, e é considerado o marco-zero dos debates sobe meio ambiente, além de ter dado origem a criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Passados 20 anos, no Rio de Janeiro realizou-se a Rio-92 – Convenção sobre Mudança do Clima, com o intuito de discutir as questões ambientais e redução dos gases causadores do efeito estufa que causam o aquecimento global, e contou com a presença de 154 países.

A primeira Conferência das Partes (COP 1), com os países que participaram da Rio-92 aconteceu em 1994, onde foi tomada a decisão da criação até o ano de 1997 de um protocolo com metas para a redução das emissões.

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Mata Atlâtica um Hotspot ameaçado

maio, 2009

O conceito Hotspot significa uma área de importância elevada para conservação da biodiversidade. Ele se baseia no princípio de que a biodiversidade não está distribuída igualmente no planeta, e por isto delimita determinadas áreas com altos níveis de biodiversidade e em risco de degradação ou desaparecimento, e por isso a urgência na implementação de ações de conservação a fim de se preservar estes ecossistemas ou os remanescentes da sua formação original.

No Brasil há dois Hotspots a Mata Atlântica e o Cerrado, que são ecossistemas prioritários para a conservação, isto é, de alta biodiversidade e ameaça em alto grau. Estes ecossistemas foram incluídos nesta categoria, após avaliação de especialistas e do Ministério do Meio Ambiente (1) que trabalharam juntos para identificá-los como Hotspots.

A Floresta Amazônica não é considerada um Hotspot, mesmo sendo considerada de altíssima biodiversidade, pois, não sofreu e/ou sofre um processo de degradação tão intenso como os dois ecossistemas citados, e por isto com risco de desaparecimento permanente de espécies.

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Sobre a história da relação Ser Humano x Natureza

março, 2009

Nos primórdios da humanidade, na pré-história (aproximadamente 4000 a.C.) período que antecede a invenção da escrita, há, portanto, uma falta de registros de como se inter-relacionavam ser humano e natureza. Possivelmente estas relações eram baseadas no princípio de que homem e natureza eram um todo, sem a separação de um e outro, consequentemente não se observavam relações de domínio ou posse da natureza pelo ser humano.

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O caso das Mariposas Biston betularia

novembro, 2008

Este exemplo, clássico em livros textos e didáticos, ilustra a um exemplo de um mecanismo de mudanças na frequência dos alelos, ocorrido entre espécies de mariposas Biston betularia, durante a revolução industrial na Inglaterra.Esta espécie de mariposa é polimórfica, ou seja, apresentam vários genes alelos para uma determinada característica, e isto fenotipicamente se expressa em mariposas de dois tipos a variedade melânica (escura) e a variedade não-melânica (clara). A variedade melânica é determinada por um gene e a cinza por um alelo diferente, sendo o gene da forma melânica não dominante sobre o não-melânico.

Forma não-melânica e melânica

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Macroevolução

outubro, 2008

A macroevolução é o termo usado para nomear qualquer mudança evolutiva em/ou acima do nível de espécie, algumas das mudanças que ocorrem nos níveis superiores, como o surgimento de novas famílias, novos filos ou gêneros, são considerados eventos macroevolutivos.

A macroevolução tem como explicação principal a Teoria do Equlíbrio Pontuado, proposta por Stephen Jay Gould que nos diz que, uma vez que as espécies foram originadas e estão adaptadas ao seu nicho ecológico, estas tendem a permanecer como estão pelo resto da existência, e somente um evento raro poderia proporcionar mudanças evolutivas, em geral rápidas e de grande significância.

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